Que escola nós queremos?

Uma escola que forma através de uma lógica meritocrática, voltada somente para o desempenho de seus alunos no vestibular e no mercado de trabalho, forma também o estímulo ao individualismo, ao egoísmo e retira do processo de ensino aprendizagem qualquer reflexão crítica sobre nossa sociedade e suas contradições.

Ao colocar o indivíduo acima da coletividade, perdemos toda nossa empatia e solidariedade, além de nos tornamos indiferentes às desigualdades sociais.

Por isso a urgência em defender um outro modelo de educação. Onde seja possível pensar os problemas como um todo, refletindo e questionando esse sistema em que vivemos, onde o trabalho de milhares de pessoas é extremamente precarizado e desvalorizado.

O ódio e o preconceito de classe é evidente, quando alunos de um colégio privado resolvem se fantasiar de profissões que estão longe de sua realidade de privilégios, mas que são essenciais para a produção e o funcionamento de nossa sociedade.

Ao invés de estimular que ridicularizem o gari, o servente, o ambulante ou a empregada doméstica, a escola deveria debater de que forma os trabalhadores terão todos os seus direitos preservados ou como garantir que todos tenham acesso à educação e formação profissional, para que possam exercer a profissão que desejarem.

#EquipeTarcísio
#SóALutaMudaAVida

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